Ao ler o texto, refletir e analisar juntamente com hábitos atuais, observei a pág. 20 e 21, nas quais o autor nos diz que um pouco sobre a história de Dom Quixote, um pedido de leitura que fez ao seu fiel escudeiro Sancho, e depois revela que a prática dos dois pode ser vista hoje, como a produção do analfabeto secundário, aquele que sabe ler e escrever, mas não o faz pois tem receio de fazer errado e acaba por calar-se, ou aquele que já o fez e foi repreendido e a partir de então prefere o silêncio.
Mais a frente, ainda relata que a fala é um fenômeno importante na aquisição da leitura, não pode haver dissociação, pois uma se complementa na outra. A fala nada mais é que o pensamento dito.
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
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