domingo, 3 de setembro de 2017

A seguir, pontuo os trechos que me chamaram a atenção no texto de Viñao Frago:
1. " Deixemos a menina que fala como um livro. Um livro que não entende, mas por cuja leitura memorizada será avaliada sua inteligência." (p. 19)
- Como a escola tem "avaliado" a inteligência dos estudantes?

2. "Nossos analfabetos são pessoas imersas na miséria e pobreza cultural, não inteligentes, inferiores, de pensamento pobre e curto. Isto que em alguns pode ser verdadeiro, poderia também se dizer de muitos alfabetizados. Tudo depende, ademais, de em qual meio nos achemos e de que habilidade se valorizam - ou se desvalorizam - em dito contexto." (p 20)
- Me pergunto se a escola não tem priorizado apenas um tipo de saber, optando tanto pelo conhecimento das letras e deixando de lado outros conhecimentos relevantes. E qual o motivo que a faz ser tão fechada a valorizar estes outros campos de saberes.

3. "(...)o preço de saber tudo o que se passa com o mundo é o de não saber o que se passa contigo." (p.26)

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